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Descrição
TÃtulo: "Meio-Fundo e Fundo"
A Evolução Histórico-Metodológica da Corrida Pedestre
Métodos/ Escolas/ Marcos Históricos da Grécia Antiga à Era Digital
Autor: Júlio Cirino da Rocha
Estado: Novo
Livro autografado pelo autor
Número de Páginas: 431
Envio: 2,50€
«Correr é uma das formas mais primitivas defazer exercÃcio fÃsico.
O Homem das cavernas corria para caçar, defender-se dos animais predadores e mesmo para lutar contra certos grupos rivais.
Tais situações exigiam que estivesse bem preparado para
as surpresas que a Mãe-Natureza, amiudadas vezes, tinha para lhe oferecer.
Desde esses tempos imemoriais, várias correntes metodológicas permitiram a evolução do
meio-fundo e fundo até ao cometimento de proezas extraordinárias.
Em 1870, a prática da corrida pedestre foi-nos trazida por um grupo de
trabalhadores britânicos que, em Carcavelos, veio instalar o cabo do telégrafo
submarino que ligaria Portugal à Inglaterra... Em 1895, outro grupo de cidadãos
britânicos veio montar a rede telefónica de Lisboa. E assim começaram a aparecer as
primeiras corridas pedestres, entre amigos, naturalmente ainda sem carácter oficial.
Deram seguimento a este trabalho certos jovens da melhor sociedade alfacinha, que
haviam sido educados em Paris ou Londres e, influenciados por vivências desportivas
mais adiantadas, puseram em prática hábitos lá por fora adquiridos. No Porto também
se viveu igual fenómeno, mas com menor expressão. O primeiro atleta luso a dar nas vistas internacionalmente foi Manuel Faria -
vencedor da S. Silvestre de S. Paulo de 1956 e 1957. Nesta última prova o campeão
português derrotou o soviético Vladimir Kutz, campeão olÃmpico em Melbourne e exrecordista do mundo de 5.000 e 10.0О00 metros.
Depois vieram para a ribalta do meio-fundo português, Manuel de Oliveira,
Carlos Lopes, Fernando Mamede, os Gémeos Castro, entre outros, superiormente
orquestrados pela batuta do Prof. Mário Moniz Pereira. Nas mulheres, Rosa Mota,
Fernanda Ribeiro, Aurora Cunha e tantas mais, seguindo fielmente os conceitos
inovadores da "Escola Portuguesa de Meio-Fundo e Fundo", de Moniz Pereira, também
nos deliciaram com proezas
extraordinárias. Estranhamente, porém, no primeiro lustro do século XXI, os treinadores portugueses, recém-formados, não dominam este
processo tão harmonioso de trabalho por não lhes ter sido dado a conhecer como
seria expectável.
Assim sendo, e para que não esvaeça na "poeira dos tempos", aqui fica uma
resenha do trabalho desenvolvido desde o PerÃodo Helénico pelas grandes estrelas do
atletismo mundial na área da corrida de meio-fundo e fundo, entre as quais pontuam
alguns dos nomes mais sonantes de corredores portugueses.
Uma questão: se tivessem tido o apoio que hoje temos (estágios em altitude,
apoio fisiológico e psicológico avançados, calçado que melhora o rendimento da
corrida em cada passada, etc.), até onde teriam chegado os grandes campeões do
passado? E o que teria Moniz Pereira alterado na sua maneira de trabalhar se ainda
treinasse atletas em 2025?»
20 €
"Meio-Fundo e Fundo", Júlio Cirino da Rocha
6 de janeiro de 2026
CaracterÃsticas
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10
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11
377
Marcos
Particular
Ref: V0FQGQWO
Denunciar
Descrição
TÃtulo: "Meio-Fundo e Fundo"
A Evolução Histórico-Metodológica da Corrida Pedestre
Métodos/ Escolas/ Marcos Históricos da Grécia Antiga à Era Digital
Autor: Júlio Cirino da Rocha
Estado: Novo
Livro autografado pelo autor
Número de Páginas: 431
Envio: 2,50€
«Correr é uma das formas mais primitivas defazer exercÃcio fÃsico.
O Homem das cavernas corria para caçar, defender-se dos animais predadores e mesmo para lutar contra certos grupos rivais.
Tais situações exigiam que estivesse bem preparado para
as surpresas que a Mãe-Natureza, amiudadas vezes, tinha para lhe oferecer.
Desde esses tempos imemoriais, várias correntes metodológicas permitiram a evolução do
meio-fundo e fundo até ao cometimento de proezas extraordinárias.
Em 1870, a prática da corrida pedestre foi-nos trazida por um grupo de
trabalhadores britânicos que, em Carcavelos, veio instalar o cabo do telégrafo
submarino que ligaria Portugal à Inglaterra... Em 1895, outro grupo de cidadãos
britânicos veio montar a rede telefónica de Lisboa. E assim começaram a aparecer as
primeiras corridas pedestres, entre amigos, naturalmente ainda sem carácter oficial.
Deram seguimento a este trabalho certos jovens da melhor sociedade alfacinha, que
haviam sido educados em Paris ou Londres e, influenciados por vivências desportivas
mais adiantadas, puseram em prática hábitos lá por fora adquiridos. No Porto também
se viveu igual fenómeno, mas com menor expressão. O primeiro atleta luso a dar nas vistas internacionalmente foi Manuel Faria -
vencedor da S. Silvestre de S. Paulo de 1956 e 1957. Nesta última prova o campeão
português derrotou o soviético Vladimir Kutz, campeão olÃmpico em Melbourne e exrecordista do mundo de 5.000 e 10.0О00 metros.
Depois vieram para a ribalta do meio-fundo português, Manuel de Oliveira,
Carlos Lopes, Fernando Mamede, os Gémeos Castro, entre outros, superiormente
orquestrados pela batuta do Prof. Mário Moniz Pereira. Nas mulheres, Rosa Mota,
Fernanda Ribeiro, Aurora Cunha e tantas mais, seguindo fielmente os conceitos
inovadores da "Escola Portuguesa de Meio-Fundo e Fundo", de Moniz Pereira, também
nos deliciaram com proezas
extraordinárias. Estranhamente, porém, no primeiro lustro do século XXI, os treinadores portugueses, recém-formados, não dominam este
processo tão harmonioso de trabalho por não lhes ter sido dado a conhecer como
seria expectável.
Assim sendo, e para que não esvaeça na "poeira dos tempos", aqui fica uma
resenha do trabalho desenvolvido desde o PerÃodo Helénico pelas grandes estrelas do
atletismo mundial na área da corrida de meio-fundo e fundo, entre as quais pontuam
alguns dos nomes mais sonantes de corredores portugueses.
Uma questão: se tivessem tido o apoio que hoje temos (estágios em altitude,
apoio fisiológico e psicológico avançados, calçado que melhora o rendimento da
corrida em cada passada, etc.), até onde teriam chegado os grandes campeões do
passado? E o que teria Moniz Pereira alterado na sua maneira de trabalhar se ainda
treinasse atletas em 2025?»
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